terça-feira, 22 de junho de 2010

Quem,de Facto,Descobriu a América?

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É dito que Cristóvão Colombo “descobriu” a América, mas é claro que nós todos sabemos melhor do que isso, muito antes dele pessoas/povos estiveram aqui, até mesmo se assentaram. Nativo-americanos chegaram aqui muitos séculos antes de Colombo, e há boa evidência que exploradores de outras civilizações anticiparam-se a Colombo,tais como os Vikings.Artefactos foram descobertos que sugerem que antigas culturas exploraram o continente. Cerâmica e moedas gregas e romanas foram encontradas nos Estados Unidos e México; estátuas de Osíris e Ísis foram encontradas no México, assim como há evidências de egípcios no Grand Canyon. Antigos artefactos hebreus e asiáticos também foram encontrados.Histórias de viajantes de terras distantes em mitos e folclore nativos também sugerem a probabilidade.

A verdade é que nós sabemos muito pouco a respeito das antigas culturas viajantes por isso,talvez nunca saibamos a verdade e continuamos a afirmar que Colombo foi o seu "Descobridor"...

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Meu Canal de Video

Olá a todos,sejam Bem Vindos!!!
Se gostam de ler o meu blog agora podem visitar o meu canal de videos,onde posto estes e outros mais assuntos,com os melhores videos da Net!!!
Como fã incondicional de todos os enigmas da humanidade,adoro ver estes videos e espero que vocês também!!!Para todos um resto de Boa Tarde e voltem sempre!!!

Cumas,Uma Antiga Gruta de Profecias

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As ruínas do templo perto da baía de Nápoles,marcam o lugar onde uma mulher misteriosa deixou os seus oráculos.Quem era Sibila?Porque é que Cumas foi escolhida como um lugar Sagrado?Que poder teria a Gruta de Cumas?
Os colonos gregos que foram para Itália no séc.VIII a.C escolheram este lugar,para edificarem a sua colónia de Cumas.A extremidade nordeste da baía,um afloramento vulcânico com uma belíssima paisagem,apresentava-se como um local perfeito para erigir uma acrópole protegida por todos os lados por mar,lagos,florestas e montanhas.As ruínas que ainda hoje se conservam,são de uma estrutura do séc.V a.C,reconstruída posteriormente no tempo do Imperador Augusto(27a.C-14d.C)e que foi convertida no séc.VI d.C,numa igrja cristã.Mais abaixo,na ilha,vêem-se a base e o contorno do Templo de Apolo,de origem incerta.Mais abaixo ainda fica a gruta do mais famoso Oráculo do Mundo,o de Cumas.
A mulher sábia capaz de prever o futuro é comum nas tradições de muitos países,mas nenhuma foi tão conhecida na Antiguidade,como Sibila de Cumas.Não se sabe qual o significado do nome Sibila,embora a lenda afirme tratar-se do nome de uma pitonisa de Marpassus,perto de Tróia.Sibila tornou-se portanto o nome de inúmeras profetisas do Mundo Antigo.
Não se tem a certeza da data em que uma mulher de nome Sibila começou a ser conhecida em Cumas,mas sabe-se que no tempo do Império Romano se mostrava o seu túmulo a quem visitava o Templo de Apolo.Na tradição gregas as Sibilas foram associadas a Apolo,Deus da profecia;Pítia uma sacerdotisa de uma Santuário de Delfos,ora mastigava folhas de louro-símbolo do Deus-de modo a entrar num transe profético,ora se sentava no trípode numa brecha existente do chão e inalava fumos vulcânicos e intoxicantes,que dela provinham.A Sacerdotisa era como mensageira do Deus,que falava através de Oráculos completamente ambíguos.
Cumas como Delfos situa-se numa área de grande actividade vulcânica e também Cumas estava associada a Apolo.

Cumas

Onde se situava a Gruta de Sibila?

Na acrópole de Cumas existe uma Gruta que segundo a tradição era de Sibila.No entanto posteriormente,uma escavaçõed aí efectuadas em 1920, mostaram que era uma Gruta muito maior do que se esperava,uma galeria de 183m. de comprimento,foi idenficada como uma obra de engenharia militar.Em 1932,descobriu-se nas proximidades uma 2ª Gruta que os arqueólogos admitiram ser a de Sibila.A galeria de acesso de 107m. de comprimento,contava com 12 pequenas galerias laterais que,abrindo para a encosta da colina,deixavam entrar luz.A galeria principal termina num vestíbulo no qual se dispõem 2 bancos escavados na própria pedra vendo-se,atrás deles uma câmara abobadada.As pessoas deviam sentar-se ali á espera da consulta da Sibila escondida por trás de uma porta que originalmente separava o vestíbulo do interior do Santuário.Certamente estariam numa grande expectativa,uma vez que,durante o dia,faixas alternadas de sombra e luz proveniente das aberturas laterais,provocava nos que se mantinham á espera a sensação de verem aparecer e desaparecer as pessoas que os vinham buscar,para os acompanharem ao interior do Santuário.Os feixes de luz podem também terem servido para intimidar todos os que vinham com segundas intenções.
Os Oráculos de Sibila forma compilados em 9 livros de profecias que a Sibila ofereceu ao último dos 7 reis de Roma,Taquírnio,o Soberbo,por um preço fabuloso.Perante a sua recusa,ela queimou 3 deles e ofereceu-lhe,mais tarde,6 pelo preço original.Perante nova recusa,queimou outros 3 e quando de novo Sibila ofereceu os restantes, o rei acabou por aceitar,perante tal obstinação.Ficaram guardados no Templo do Capitólio,em Roma e consultados pelo Senado em todas as emergências,mas quando um incêndio aconteceu no Templo,também eles arderam(83 a.C).

Um Cemitério de Povo Misterioso no Tibete

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No meio de um deserto imenso no norte do Tibete, arqueólogos chineses escavaram um extraordinário cemitério. Os ocupantes morreram quase quatro mil anos atrás, mas seus corpos foram bem preservados pelo ar seco. O cemitério fica em território,hoje,pertencente à província de Xinjiang, noroeste da China, mas os restos encontrados são de pessoas com traços europeus, cabelos castanhos e narizes longos.
Embora sepultados num dos maiores desertos do mundo, os corpos foram enterrados em barcos posicionados de cabeça para baixo. E em lugar de lápides, o cemitério exibe uma vigorosa floresta de símbolos fálicos, sinalizando intenso interesse dos moradores locais quanto aos prazeres ou utilidade da procriação de um culto antigo.
O povo há muito desaparecido não tem nome, porque sua origem e identidade ainda são desconhecidas. Mas estão surgindo muitas pistas sobre sua proveniência, modo de vida e até mesmo sobre o idioma que falava. Os sepulcros, conhecidos como Pequeno Cemitério Fluvial Número 5, ficam perto do leito seco de um rio na bacia de Tarim, região cercada por inóspitas cadeias de montanhas. A maior parte da bacia é ocupada pelo deserto de Taklimakan, uma terra tão árida que os viajantes posteriores da Estrada da Seda sempre optavam por contorná-lo ao norte ou ao sul.
Nos tempos modernos, a região foi ocupada pelos uigures, uma etnia de fala turca, e nos últimos 50 anos também recebeu migrantes da etnia chinesa dominante, os han. Recentemente surgiram tensões étnicas entre os dois grupos, com conflitos em Urumqi, a capital de Xinjiang. Grande número de antigas múmias – na verdade cadáveres ressecados- foram localizadas nas areias, e se tornaram mais um objeto de disputa entre os uigures e os han.
As cerca de 200 múmias encontradas têm aparência distintamente ocidental, e os uigures, mesmo que só tenham chegado à região no século 10, as alegam como prova de que a província sempre pertenceu a eles. Algumas das múmias, entre as quais uma mulher bem preservada conhecida como “a beldade de Loulan”, foram analistas por Li Jin, conhecido geneticista da Universidade Fudan que afirmou em 2008 que o ADN continha marcadores que apontavam para origens no leste ou até mesmo no sul da Ásia.
As múmias do cemitério são as mais antigas já encontradas na bacia de Tarim. Testes de carbono conduzidos pela Universidade de Pequim dataram as mais antigas delas de 3.980 anos atrás. Uma equipe de geneticistas chineses analisou o DNA das múmias.
A despeito das tensões políticas quanto à origem das múmias, os pesquisadores chineses afirmaram em relatório publicado no mês passado pela revista científica BMC Biology que o povo tinha origens mistas, com marcadores genéticos europeus e siberianos, e que provavelmente tinha vindo de fora da China. A equipe trabalhou sob o comando de Hui Zhou, da Universidade Jilin, em Changchou, e o relatório tinha Jin como co-autor.
Todos os homens que foram analisados portavam um cromossomo Y hoje mais comumente encontrado no leste da Europa, centro da Ásia e Sibéria, mas raramente na China. O DNA mitocôndrico, que é transmitido pela linhagem feminina, consistia de uma linhagem da Sibéria e duas comuns na Europa. Já que tanto o cromossomo Y quanto as linhagens de DNA mitocôndrico são antigas, o Dr. Zhu e sua equipe concluíram que as populações europeia e siberiana provavelmente já haviam começado a se combinar antes de chegar à bacia de Tarim, por volta de quatro mil anos atrás.
O cemitério foi redescoberto em 1934 pelo arqueólogo sueco Folke Bergman, mas passou 66 anos ignorado até que uma expedição chinesa voltou a localizá-lo, usando o GPS. Os arqueólogos começaram a escavar o sítio entre 2003 e 2005. Os relatórios dos pesquisadores foram traduzidos e resumidos por Victor Mair, professor de chinês na Universidade da Pensilvânia e especialista na pré-história da bacia de Tarim.
Enquanto os arqueólogos chineses escavavam as cinco camadas de túmulos, conta Mair, encontraram cerca de 200 estacas, cada qual com quatro metros de altura. Muitas tinham lâminas lisas, pintadas de vermelho e negro, como os remos de alguma grande galera que tivesse naufragado por sob as ondas de areia.
E por sob as estacas existiam de facto barcos, de cascos revestidos de couro animal e posicionados de cabeça para baixo. Os corpos que os barcos abrigavam ainda vestiam as roupas com que foram sepultados – toucas de feltro com penas enfeitando as abas, muito parecidas com chapéus montanheses do Tirol. As múmias portavam grandes mantos de lã com borlas, e botas de couro. Uma espécie de Victoria’s Secret da Idade do Bronze parece ter fornecido as roupas de baixo – tangas sumárias para os homens e saias feitas de fios soltos para as mulheres.
Dentro de cada barco usado como caixão haviam oferendas de sepultamento, entre as quais cestos de palha muito bem trançados, máscaras rituais entalhadas e ramos de efedra, uma erva que pode ter sido usada em rituais ou como medicamento.
Nos caixões femininos, os chineses arqueólogos encontraram um ou mais falos de madeira em tamanho natural, postados sobre ou ao lado dos corpos. Ao observar de novo o formato das estacas de quatro metros que se estendiam da proa dos barcos femininos, os arqueólogos chegaram à conclusão de que se tratava de gigantescos símbolos fálicos.
Os barcos dos homens todos estavam sob estacas em estilo remo. Mas na verdade não era essa sua função, concluíram os arqueólogos chineses: as peças no topo das estacas eram uma representação simbólica de vulvas femininas, o complemento dos símbolos encontrados nos barcos das mulheres. “O cemitério todo estava decorado com símbolos sexuais explícitos”, escreveu Mair.Na sua interpretação, a “obsessão com a procriação” reflectia a importância que a comunidade atribuía à fertilidade.
A evidente veneração das pessoas sepultadas no local pela procriação pode indicar que estavam interessadas tanto nos prazeres quanto na utilidade do sexo, se levarmos em conta que os dois são difíceis de separar. Mas parecia haver respeito especial pela fertilidade, disse Mair, porque muitas mulheres estavam enterradas em caixões duplos, com oferendas especiais de sepultamento.
Dada a vida em um ambiente hostil, “a mortalidade infantil deve ter sido muito grande, e a necessidade de procriar, especialmente devido à situação isolada em que viviam, muito intensa”, disse Mair. Outro possível risco para a fertilidade poderia ter surgido caso a população praticasse procriação consanguínea. “As mulheres capazes de gerar crianças e garantir sua sobrevivência até a idade adulta devem ter sido especialmente reverenciadas”, disse Mair.
Diversos dos itens identificados no cemitério se assemelham a artefatos ou costumes familiares na Europa, ele apontou. Barcos para sepultamento eram comuns entre os vikings. Saias de fios e símbolos fálicos também foram localizados em locais de sepultamento da era do bronze no norte da Europa.
Não há assentamentos populacionais conhecidos perto do cemitério, e portanto é provável que as pessoas vivessem a alguma distância e chegassem ao cemitério de barco. Não foram encontradas ferramentas para trabalho em madeira no local, o que sustenta a ideia de que as estacas tenham sido entalhadas em outro lugar.
A Bacia de Tarim já era bastante árida quanto os moradores responsáveis pelo cemitério chegaram, quatro mil anos atrás. Eles provavelmente viveram lutando arduamente para sobreviver até que os lagos e rios dos quais dependiam por fim secaram, por volta do ano 400. Sepultamentos acompanhados por objetos como chapéus de feltro e cestos de palha eram comuns na região até dois mil anos atrás.
Não se sabe que idioma os moradores da região falavam, mas Mair acredita que possa ter sido tocariano, uma antiga intrigante na família dos idiomas indoeuropeus. Manuscritos em tocariano foram localizados na bacia de Tarim, onde o idioma era falado entre os anos 500 e 900. A despeito de sua presença no leste, o tocariano parece mais aparentado aos idiomas “centum” da Europa que aos idiomas “satem” da Índia e Irã. A divisão se baseia nas palavra usadas para centena em latim (centum) e sânscrito (satam).
Os moradores da região já estavam presentes dois mil anos antes das primeiras provas quanto ao uso do tocariano, mas “existe uma clara continuidade de cultura”, disse Mair, comprovada pelo uso dos chapéus de feltro em sepultamentos, uma tradição preservada até os primeiros séculos depois de Cristo.

terça-feira, 1 de junho de 2010

O Mistério de Monalisa

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A obra-prima do Renascimento italiano, cujo nome oficial é "La Gioconda", mas que também responde a "Madonna Elisa" esconde debaixo da lona, uma infinidade de mistérios para resolver.
A pintura,feita por Leonardo da Vinci, que data do período entre 1503 e 1506. É um óleo sobre madeira de álamo 77 x 53 cm, cuja técnica utilizada foi a "sfumato", um procedimento típico de Leonardo da Vinci, em camadas sobrepostas de tinta muito fina e delicada, arejado efeito que a obtenção de um impreciso contornos, dando a
impressão de desfocagem.
Além disso,o artista brincou com a perspectiva, e desenha um horizonte superior a outro, que parece que Mona Lisa está mais elevada quando vista do lado direito.
O trabalho é detido pelo Estado francês desde o século XVI e podem ser vistos no Museu do Louvre, em Paris.

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Mas, apesar das muitas técnicas e informações históricas que temos sobre a Mona Lisa, a verdade é que nunca viemos a conhecer uma série de coisas: quem é essa mulher misteriosa e, acima de tudo, porque ela sorri?!
De acordo com informações recolhidas, processadas e até mesmo estudos históricos,a mais popular é que esta mulher era a esposa de Francesco Bartolomeo del Giocondo (daí o "La Gioconda"), cujo nome era Lisa Gherardini.
Esta teoria seria apoiada pelo livro "Mona Lisa, mulher ingênua" do historiador italiano Giuseppe Pallanti, convencido de que era Gherardini, uma senhora de Florença que teria casado pela segunda vez com Francisco. Teria sido viúvo e teria tido cinco filhos. Segundo os estudos, teria casado com Lisa, quando tinha 16 anos e havia posado para Leonardo, quando ele tinha 24 ou 25.
O historiador teria chamado de "ingênua donna" porque era um apelido carinhoso que o seu marido empregava.
Outras hipóteses sugerem que foi uma cortesã, ou um modelo realista imaginado pelo artista. Inclusive, foi dito que era o próprio Leonardo.
No entanto, a tese inicial parece ser a mais convincente. Pallanti dá provas disso. Assim, o que confirmaria as teorias apresentadas pelo escritor italiano Giorgio Vasari, em "Vidas dos melhores pintores, escultores, arquitectos e italianos", que foi publicado em 1550 e ampliado em 1568.

Assim se for essa a resposta,a pergunta seguinte;porque que sorri Mona Lisa?

Na Universidade de Yale nos Estados Unidos,com uma pesquisa realizada explicam que; a moça sorri porque está esperando um filho. Uma razão é que, como um sintoma de uma mulher grávida, as mãos de Lisa estão inchados. Além disso, a forma em que se encontram o seu estômago dá uma sensação de protecção para seu bebê.
Diz-se que Leonardo a pintou para obter um efeitode que se você olhar directamente,sobre o sorriso, ele desaparece e só reaparece quando você notar qualquer outra parte da imagem.
De qualquer maneira, ele nunca chegou a conhecer o verdadeiro estado de espírito da Mona Lisa. O que está por trás desse misterioso e desconcertante sorriso que parece olhar como desobediente, protector, triste, calmo ou mesmo mal intencionados.
Em 21 Agosto de 1911 foi roubado do Museu do Louvre. O autor desse roubo seria Vicenzo Perugia, a polícia conseguiu recapturá-lo em Dezembro daquele ano,depois de este,visitar uma série de cidades como Florença, Roma e Milan,e finalmente,são e salvo,o Louvre em 1914.

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Angkor,o Templo-Cidade Hindu

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A cidade que alberga a maior construção religiosa do Mundo vai-se degradando,abandonada,no meio da floresta do Sueste Asiático.Quem viveu aqui?Porque foi a cidade construída num curso de água?O que terá provocado o colapso do Império Khmer e a fuga dos habitantes da cidade?
Ate 1860,data em que o naturalista francês Henri Mouhot se aventurou a penetrar no mais profundo do coração da selva cambojana.Ele procurava confirmar os rumores da existência de uma cidade arruinada que se mantinha escondida entre a implacável floresta verde.

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A cidade de Angkor estendia-se por uma área de 100km aproximadamente e estava coberta de Templos,Santuários,casas,reservatórios,canais de irrigação e terraços.Referida por alguns como tendo sido a maior cidade do ano de 1000 d.C.,este complexo pode ter acomodado meio milhão de habitantes.Por todo o lado existem estátuas,relevos e esculturas com cenas da mitologia hindu,mulheres dançando de peito nu,um rei montado num elefante e transportando uma vassoura voadora e um guarda-sol,um imperador comandando o seu exército numa batalha.Os habitantes de Angkor,os Khmers,praticavam como religião,uma espécie de hinduísmo.Sabe-se que o sangue indiano tem mistura de sangue Khmer,desde que os comerciantes,aventureiros e missionários indianos para aqui vieram por mar,nos primeiros séculos depois de Cristo,com intenção de colonizar o Sueste Asiático.
Apesar de no ano de 1000 a.C o Sueste Asiático ter uma boa densidade populacional e estar tecnologicamente bastante avançado,o certo é que as cidades só se desenvolveram no séc.VII d.C.
Os documentos Khmeres eram escritos em peles de animais e em folhas de palma,daí que não sobreviveram ao tempo.Mas temos informações através de mais de 1000 inscrições em sânscrito e em Khmer,tal como de histórias chinesas,muçulmanas e indianas.Segundo elas o fundador angkoriano do Camboja foi Jayavarman II,que libertou o seu povo dos Javaneses nos princípios do séc. IX.Adorava a Deusa Hindu Xiva e fundou o culto do Deus-Rei,o que significava que era dotado da energia criativa de Xiva.
A localização de Angkor conta com inúmeras vantagens naturais que muito contribuíram para sucesso.Em primeiro lugar a terra era fértil,podendo produzir,se bem irrigada,3 ou 4 colheitas de arroz por ano.Em segundo lugar,o Tonle Sap,enorme lago profundo e coberto de vegetação,era célebre pois continha,ao que se dizia,a maior concentração de peixe,do Mundo.Em terceiro lugar as ricas florestas satisfaziam todas as necessidades da construção.Em quarto lugar,a geologia da área oferecia a totalidade da pedra,do ferro,do ouro,da prata,do cobre e do estanho.
O povo de Angkor construiu longos canais de irrigação,2 enormes reservatórios,o de Leste e o de Oeste,podendo cada um deles armazenar cerca de 2 biliões de galões de água utilizada,nos 6 meses em que durava a estação seca,na rega dos campos.

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Um dos mistérios que envolvem Angkor é o de saber porque razão a cidade terá sido abandonada.Alguns especialistas sugerem que a doutrina da renúncia ensinada pelo novo budismo Hinaiana,nos finais do séc.XIII,enfraqueceu as ambições militares dos Khmeres,tornaram-se apartir de então pacifistas e altruístas,não materialistas.Daí que o exército dos Tais marcharam sobre Angkor e saquearam a cidade depois de 7 meses de cerco,apenas encontraram resistência por parte das classes governamentais.Quando os Tais abandonaram a cidade,os Khmeres foram incapazes de restaurar e de a fazer regressar á sua antiga glória.Uma chefia fraca,as rebeliões de escravos e a malária contribuíram para esta perda de vigor nacional,a somar a isto tudo uma seca ou uma monção excessiva podem ter debilitado a economia agrícola.

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