quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A Guerra de Tróia...

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A Guerra de Tróia foi um conflito bélico entre Aqueus (um dos Povos Gregos que habitavam a Grécia Antiga) e os Troianos, que habitavam uma região da atual Turquia. Esta Guerra, que durou aproximadamente 10 anos, aconteceu entre 1300 e 1200 a.C.

Causa da Guerra;

Gregos e Troianos entraram em Guerra por causa do rapto da Princesa Helena de Tróia (Esposa do Rei Lendário Menelau), por Páris (Filho do Rei Príamo de Tróia). Isto ocorreu quando o Príncipe Troiano foi à Esparta, em missão Diplomática, e acabou apaixonando-se por Helena. O rapto deixou Menelau enfurecido, fazendo com que este organizasse um poderoso Exército. O General Agamenon foi designado para Comandar o ataque aos Troianos. Usando o mar Egeu como rota, mais de mil navios foram enviados para Tróia.

A Guerra;

O cerco Grego à Tróia durou cerca de 10 anos. Vários soldados foram mortos, entre eles os heróis Gregos Heitor e Aquiles (morto após ser atingido no seu ponto fraco, o calcanhar).

A Guerra terminou após a execução do grande plano do guerreiro Grego Odisseu. Sua ideia foi presentear os Troianos com um grande cavalo de madeira. Disseram aos inimigos que estavam desistindo da Guerra e que o cavalo era um presente de Paz. Os Troianos aceitaram e deixaram o enorme presente ser conduzido para dentro de seus muros protetores. Após uma noite de muita comemoração, os Troianos foram dormir exaustos. Neste momento, abriram-se portas no cavalo de madeira e saíram centenas de soldados Gregos. Estes abriram as portas da cidade para que os Gregos entrassem e atacassem a cidade de Tróia até á sua destruição.
Os eventos finais da guerra são contados na obra Ilíada de Homero. Sua outra obra poética, Odisséia, conta o retorno do guerreiro Odisseu e seus soldados à ilha de Ítaca.

Mito ou Fato Histórico?

Durante muitos séculos, acreditava-se que a Guerra de Tróia fosse apenas mais um dos Mitos da Mitologia Grega. Porém, com a Descoberta e estudo de um sítio Arqueológico na Turquia, pode-se comprovar que este importante Fato Histórico da Antiguidade realmente ocorreu. Porém, muitos aspectos entre Mitologia e História ainda não foram identificados e confundem-se...

terça-feira, 28 de outubro de 2014

A Guerra do Peloponeso...

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A Guerra do Peloponeso foi um conflito entre as Cidades de  Atenas e Esparta. Atenas a principal cidade-estado da Grécia tinha a liderança da Liga de Delos (dominadores do poder marítimo), isso em meados do século V. A Confederação de Delos era uma união entre várias cidades com o mesmo objetivo da época. Esparta também uma grande cidade-estado da Grécia liderava outra confederação, chamada do Peloponeso (tinha um exército bem treinado e imbatível). Atenas teve um crescimento incrível despertando certa desconfiança dos Espartanos.
As relações entre Espartanos e Atenienses eram tensas, na parte Espartana uma das suas Cidades chamada Corinto pressionava Esparta para atacar Atenas e iniciar a Guerra. Então Tebas aliada de Esparta ataca a cidade de Platéia uma das aliadas de Atenas, inicia-se a Guerra do Peloponeso, que durou 27 anos.

As cidades-estados aliadas de Esparta eram Corinto, Tebas, Mégara. Enquanto Atenas tinha como aliadas Platéia, Ática. O problema foi causado pela política. Atenas tinha se transformado na mais rica e poderosa da Grécia, e seu modo democrático de Governo estava sendo todo copiado, para o alarme das oligarquias tradicionais como as da Esparta.

A Guerra se deu porque Atenas enfrentou problemas comerciais com Corinto. Foram anos de Batalha até que Esparta saísse vitoriosa da Guerra, tornando-se a grande Cidade-estado da Grécia. O declínio de Atenas marca a ascensão de Esparta e desfaz a única via possível para a unificação política, cultural do Mundo Grego, afetada rudemente com a devolução aos Persas das cidades da Ásia Menor em troca do seu ouro. A substituição do Império Ateniense, baseado no projeto de Delos, por um outro, militarizado, como o de Esparta, não trará grandes alterações ou momentos de grandeza Helenica, antes inicia o apagar do "Fogo Grego".

Anteriormente as guerras entre Esparta e Atenas aconteciam mais rapidamente, com poucos combatentes e baixo investimentos. A guerra do Peloponeso foi ao contrário muitos combatentes, com várias estratégias, investimentos exorbitantes.
A Guerra do Peloponeso é também conhecida como Guerra Mundial da Antiga Grécia.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Sabe Quantas Cruzadas Houve...?

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A Primeira Cruzada;

Foi proclamada no ano de 1095 pelo Papa Urbano II com o sentido duplo de auxiliar os cristãos ortodoxos do leste e libertar Jerusalém e a Terra Santa do jugo muçulmano. Na verdade, não foi um único movimento, mas um conjunto de ações bélicas de inspiração religiosa, que incluiu várias incursões armadas.

Começou com um apelo do Imperador Bizantino Aleixo I ao Papa para o envio de mercenários para combater alguns turcos na Ásia Menor. Mas a resposta do cristianismo ocidental rapidamente se tornou em uma verdadeira migração de conquista territorial no Levante. Nobreza e povo de várias nações da Europa Ocidental fizeram a peregrinação armada até à Terra Santa, por terra e por mar, e tomaram a cidade de Jerusalém em Julho de 1099, criando o Reino Latino de Jerusalém e outros estados cruzados.

A Primeira Cruzada representou um marco na mentalidade e nas relações de cristãos ocidentais, cristãos orientais e muçulmanos. Apesar das suas conquistas terem eventualmente sido completamente perdidas, também foi o início da expansão do ocidente que, juntamente com a Reconquista da Península Ibérica, resultaria na aventura dos Descobrimento e no Imperialismo Ocidental.
As Cruzadas
Todas as Cruzadas Medievais;

- Cruzada Popular ou dos Mendigos (1096)
- Primeira Cruzada (1096 a 1099)
- Cruzada de 1101
- Segunda Cruzada (1147 a 1149)
- Terceira Cruzada (1189 a 1192)
- Quarta Cruzada (1202 a 1204)
- Cruzada Albigense (1209 a 1244)
- Cruzada das Crianças (1212)
- Quinta Cruzada (1217 a 1221)
- Sexta Cruzada (1228 a 1229)
- Sétima Cruzada (1248 a 1250)
- Cruzada dos Pastores (1251 a 1320)
- Oitava Cruzada (1270)
- Nona Cruzada (1271 a 1272)
- Cruzadas do Norte (1193 a 1316)

Consequências;

Elas proporcionaram também o renascimento do comércio na Europa. Muitos cavaleiros, ao retornarem do Oriente, saqueavam cidades e montavam pequenas feiras nas rotas comerciais. Houve, portanto, um importante reaquecimento da economia no Ocidente. Estes guerreiros inseriram também novos conhecimentos, originários do Oriente, na Europa, através da influente sabedoria dos sarracenos.

Não podemos deixar de lembrar que as Cruzadas aumentaram as tensões e hostilidades entre cristãos e muçulmanos na Idade Média. Mesmo após o fim das Cruzadas, este clima tenso entre os integrantes destas duas religiões continuou.
Já no aspecto cultural, as Cruzadas favoreceram o desenvolvimento de um tipo de literatura voltado para as guerras e grandes feitos heróicos. Muitos contos de cavalaria tiveram como tema principal estes conflitos.

Curiosidade;

A expressão "Cruzada" não era conhecida nem mesmo foi usada durante o período dos conflitos. Na Europa, eram usados termos como, por exemplo "Guerra Santa" e Peregrinação para fazerem referência ao movimento de tentativa de tomar a "Terra Santa" dos muçulmanos.