sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Os Hicsos....

Os Hicsos foram um Povo Asiático, provavelmente  Indo-árico que invadiu o Delta do Nilo, iniciando a XV Dinastia Egípcia, no denominado segundo Período Intermediário do Antigo Egipto.
O termo Grego Hicsos deriva do Egípcio Hik-khoswet,que significa "Governantes de Países Estrangeiros".

A Sua Presença na História Egípcia;

O "Período dos Hicsos" ainda é obscuro na História do Egipto, é ainda  entendido muito imperfeitamente. É consensual que os Hicsos foram uma vaga de Povos Asiáticos do corredor Sírio-Palestino e dos Desertos em redor que ocuparam gradualmente o Delta do Nilo, em busca de alimentos. O período consistiu essencialmente na mudança de Governantes e na forma de administração.
Os Hicsos eram mais uma Aliança de Povos e um evento Cultural e tecnológico, mais do que Invasores Militares propriamente ditos. Em copta "Hakasu";estrangeiros, pastores, nómadas.

A Morte do Faraó Sebekneferu (aprox. 1780 a.C.) e a tomada de poder por Amósis I (aprox. 1570 a.C.) podem ser determinadas com uma certa segurança. Tendo a data da Morte de Sebekneferu ocorrido aproximadamente em 1780 a.C., e tendo Amósis  se tornado Faraó por volta de 1570 a.C., o Segundo Periodo Intermédio teve uma duração não superior a cerca de 220 anos.
Os Eruditos presumem que houve uma desintegração do Poder Egípcio. Os Vestígios Arquelógicos actualmente disponíveis conhecidos não confirmam e nem negam a ideia que os Hicsos tenham Conquistado Militarmente o Delta do Nilo; mas é certo que houve um sistema de fortalezas no Levante nos anos finais do período.

Conquistas;

Flávio Josefo, apresenta os Hicsos como Conquistando o Egipto sem Batalha, Destruindo Cidades e "os Templos dos Deuses", e provocando matança e devastação. São apresentados como se fixando na região do Delta. Por fim, diz-se que os Egípcios se sublevaram, travaram uma longa e Terrível Guerra, com 480 mil homens, cercaram os Hicsos na sua Cidade principal, Aváris, e então, de modo estranho, chegaram a um acordo que permitiu que os Hicsos deixassem o País sem sofrer danos, junto com as suas Famílias e seus bens, e daí, esses foram para a Judéia e construíram Jerusalém.

Evolução Histórica;

No final do Reinado do Faraó Amenemhet III (1843 a 1797 a.C.), iniciou-se uma lenta e constante decadência do Poderio do Império Egípcio. Eles derrotaram a fraca 13.ª Dinastia, cuja Capital se situava perto de Mênfis, e governaram o médio e baixo Egipto por volta de 1700 AC por um período de cerca de 100 anos.

A invasão iniciou com um banho de sangue na região do Delta, seguido pelos saques às Cidades;

 "Havia então um Rei nosso chamado Timaios. Foi no seu Reinado que isso aconteceu. Não sei por que os Deuses estavam descontentes connosco. Surgiram de improviso, Homens de nascimento ignorado, vindos das terras do Oriente. Tiveram a audácia de empreender uma campanha contra  a nossa Terra e a subalugaram facilmente sem uma única Batalha. Depois de haver submetido nossos Soberanos ao seu Poder, incendiaram barbaramente  as nossas Cidades, Destruíram os Templos, os Deuses, e todos os Habitantes foram tratados Barbaramente; mataram uma parte e levaram os Filhos e as Mulheres de outros como Escravos. Por fim, elegeram Rei um dos seus; o nome dele era Salatis; vivia em Mênfis e cobrava tributo ao Alto e Baixo Egipto; instalou guarnições em lugares convenientes... Escolheram no Distrito de Saís (no Baixo Egipto) uma cidade adequada para os seus fins, que ficava à leste dos braços do Rio Nilo, junto a Bubaste, e chamaram-na de Aváris" - segundo o relato de Méneto.

Este Sacertode e Historiador foi Exilado na sua época por registrar esta História numa Estela de Pedra. Após a ocupação, coexistiram com a 13.ª Dinastia Tebana. Nesse tempo, a Síria e Canaã estavam sob domínio do Egipto. Era o início do período Histórico conhecido como Segundo Período Intermediário.

Em 1704 a.C., tem início do reino do Faraó Aya (Merneferre). Desse ano até o ano de 1640 a.C., sucederam-se outros 43 Faraós no Trono, mas, não sem oposição. Os Vizires do Alto Egipto e Baixo Egipto adquiriram forças política cada qual em suas regiões administrativas e iniciaram a descentralização do País aproveitando a desordem que começou gradativamente com a chegada dos Imigrantes Asiáticos; o aumento das riquezas nivelou as Famílias mais importantes, fragmentando em diversos Nomos as 4 divisões em que Sesóstris III (1879 a 1843 a.C.) havia estabelecido no ano de 1878, agindo de forma Independente. Os Asiáticos agrupavam-se cada vez mais no Delta do Rio Nilo, chegaram a superar a População Egípcia, muitos deles foram absorvidos pelas camadas mais Pobres da Sociedade, alguns alcançaram elevados postos na Administração local; um dele, cujo nome era Khendjer (do semita Hanzir que significa "Javali") chegou a ser Faraó por 1 ano. Os Hicsos permitiram a princípio que a 13.ª e 14.ª Dinastia (que foram Faraós remanescentes da 13.ª Dinastia, sem importância) se manter no Alto Egipto, desde que pagassem o tributo anual.

Guerras Entre Egípcios e os  Hicsos;

Em 1640 a.C., no Baixo Egipto, teve início a 15.ª Dinastia Hicsa com Salitis (Swoserenre), o 1.º Faraó não-Egípcio. Seus domínios se estendiam do Delta do Nilo (Baixo Egipto) até a Cidade de Meir (Alto Egipto). Dessa Cidade até à 1.ª catarata, estavam os Egípcios divididos em diversas unidades Políticas tributárias dos governantes Hicsos; da 1.ª até a 4.ª catarata estava o Reino da Núbia (Sudão), sediado na cidade de Kerma, Aliados dos Hicsos.
Entre os anos de 1640 e 1585 a.C., sucederam-se 3 Governantes Hicsos no Trono de Aváris: Salatis, Sheshi e Khian. Em 1585 a.C., passou a Reinar Apófis (Awoserre). Apóphis provocava os Egípcios com os motivos mais banais, tentando-os à Guerra. Em xxxx AC, deu-se a primeira Guerra entre o Hicso Apófis e o Faraó Seqenenré Tao II (de cogonome "o Bravo") da 17.ª Dinastia. Exame da sua Múmia mostrou que ele Morrera Violentamente, o seu crânio apresenta uma perfuração, talvez tenha tombado em Combate.

Em 1573 a.C., o sucessor do Faraó Seqenenré Tao II foi o Kamósis (Wadjkheperre). Diz-nos um Papiro, que Apófis terá mandado um mensageiro à Nô-Amom (Tebas), ordenando-lhe que matassem os hipopótamos que viviam no Rio Nilo próximo à Nô-Amom, pois o barulho feito por eles impedia o seu descanso; caso não fossem tomadas as devidas providências, ele mesmo invadiria o Alto Egipto para dar cumprimento às suas ordens. Kamósis I conclamou o Alto Egipto em levante contra o governante Hicso; este se aliou com os Núbios no Sul, para conter a revolta. Os Egípcios lutaram em duas frentes de Batalhas, ao Norte contra os Hicsos e no Sul contra os Núbios e venceram ambas, levando a Luta até as proximidades de Aváris no Norte, e Buhen no Sul. Mas, nada se sabe sobre ele depois dos 3 anos que durou o levante contra os Invasores. Não sabemos como Morreu e quantos anos Reinou. A sua Múmia, em mau estado de conservação, ficou reduzida a pó antes de poder ser Examinada. Foi Sepultado num Sarcófago dos mais simples, o que parece indicar Morte prematura e falta de tempo de realizar um Funeral solene.

Em 1570 a.C., o Faraó Amósis I (Nebpehtire), Filho de Kamósis, inaugura a 18.ª Dinastia. No Sul do Egipto, Amósis I derrotou os Núbios, levando a fronteira até a 3.ª catarata, voltando à mesma posição da época da 13.ª Dinastia. Khamudi assume o Trono de Aváris, e dá continuade à Guerra contra os Egípcios. Em 1532 a.C., sucede Amósis I. Este continuou a Guerra de Expulsão dos Hicsos, iniciada por seu Pai conseguindo seu objectivo após 10 anos de Guerra contra Khamudi. Termina os combates com vitória de Amósis I. Ele expulsou os Hicsos do Egipto, perseguindo-os pela Canaã, Fenícia e Síria, até a Cidade de Carquemis (Karkemish) junto do Rio Eufrates, onde se deteve militarmente perante os Hurritas do Reino de Mitanni.

Razões da Invasão;

As principais razões dos Hicsos foram;

1-Escassez de alimentos na Ásia Ocidental, enquanto no Egipto abundava alimentos;

2-A desordem resultante da presença de estrangeiros e a falta de coesão;

3-O atraso técnico e Militar do Egipto em comparação com alguns Povos Asiáticos; os Exércitos Egípcios eram formados essencialmente pela Infantaria a pé. Como não dispunham de Cavalos e não usavam Carros de Combate puxados a Cavalo, seriam uma presa fácil para qualquer Exército que tivesse Cavalaria.

Algumas Vantagens do Egipto,Após Ocupação;:

1-Vulgarizaram o uso do bronze até então raramente empregado no País;

2-Substituíram a liga de Bronze importada, pela de Cobre-Arsenico;

3-Introduziram a roda de Oleiro aperfeiçoada;

4-O tear vertical;

5-O boi indiano (Zebu), mais resistente que o Boi Egípcio;

6-Novas culturas de Hortaliças e Frutas até então Desconhecidas no Egipto;

7-Uso do Cavalo e do Carro de Guerra;

8-A roda mais leve de arcos compostos;

9-Novas formas de Cimitarras - Sabre oOiental de lâmina curva;

10-Novas armas e tácticas Militares;

11-Forma de dançar modificada em relação aos períodos anteriores.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

A Pirata Jane de Belleville


Jeanne De Belleville (também conhecido como Jeanne De Clisson) apresenta um maravilhoso exemplo de como uma história impressionante pode ser transformada numa lenda épica. 

A Guerra dos Cem Anos

Quando o Duque de Brittany morreu sem um herdeiro do sexo masculino em 1341, tanto o Rei Edward III de Inglaterra como Phillip VI da França viram uma oportunidade. Os dois Reis já estavam em desacordo sobre a aclamação de Edward pelos territórios franceses e, na verdade,pela própria Coroa. O Ducado estava entre os seus dois Reinos e daria um bom ponto para a  invasão. O apoio dos reclamantes concorrentes, Jeanne de Penthièvre e Jean de Monfort, inflamou o conflito que ficou conhecido como a Guerra dos Cem Anos.
 
Uma das primeiras vítimas foi o rico e influente Lorde Olivier de Clisson. Um apoiante de Monfort, que  era favorecido por Edward,foi capturado por Phillip enquanto participava de um torneio em 1343, e executado como traidor. Isto indignou muitos dos seus apoiantes, que acreditavam o Rei agiu tanto ilegalmente como desonrosamente. Acima de tudo, ultrajou a esposa, a igualmente rica e influente Jeanne de Clisson. Como ela possuia por direito próprio as terras de Belleville, ela foi também frequentemente conhecida como Jeanne de Belleville.

A Gloriosa Lenda 

Diz a Lenda que Jeanne navegou com os seus dois filhos de Clisson para a cidade de Nantes, para mostrar-lhes a cabeça do seu pai exibido às portas da cidade. Em seguida,vendendo essas terras que permaneceram com ela, ela formou uma pequena força de homens leais  e atacaram as forças pró-Franceses, na Bretanha,massacrando a guarnição de Chateau Thébaut. Quando a sua situação tornou-se muito perigoso na terra, ela embarcou para o mar, mas o seu navio naufragou numa tempestade, deixando ela e os seus filhos à deriva num pequeno barco. Antes de chegarem a terra, o filho mais novo morreu. Ela e o seu filho restante procuraram abrigo na Inglaterra.

Com a ajuda de Edward, ela equipou mais três navios. Pintou-os de  preto e tingiu de vermelho as velas, ela caçados navios Franceses ao longo do do Canal Inglês. Sempre que ela capturava um Nobre Francês, ela o decapitava com as próprias mãos, mas sempre deixava um ou dois da tripulação viva para relatar  as suas ações para Phillip. Ela ficou conhecida como a "Leoa da Bretanha"; insultada como um monstro por alguns, elogiada como uma Heroína por outros. No entanto, depois de treze anos, ela casou-se com um Nobre Inglês, terminando  com o mar e a sua busca por vingança.
 
Há diversas variações sobre esta história, embora os elementos importantes permanecem constantes.

Os Factos Confusos

Este conto tem elementos em comum com o romance"Jeanne de Belleville", publicado na França em 1868 por um Émile Pehant. Um correspondente de Victor Hugo, Pehant escreveu-o no auge do movimento romântico francês.

No entanto  um manuscrito conhecido como o "Chronographia Regnum Francorum" confirma alguns dos detalhes,além disso, a decisão do Julgamento Francês no final de 1343 condena Jeanne como uma traidora  e ordena o confisco das suas terras. Em 1345, registros do tribunal Inglês indicam que Edward concedeu-lhe uma renda de terras agora controlados pela Bretanha e ela é mencionada numa trégua elaborada entre França e a Inglaterra em 1347 como uma valiosa aliada dos Ingleses. Estas fontes sugerem que o período da sua actividade real foi restrito a cinco meses entre a execução de Lorde Clisson e a sua fuga para a Inglaterra.

Jeanne chegou à Inglaterra, não só com um filho sobrevivente, Olivier, mas uma filha, Jeanne. Seu filho foi criado na Corte Inglesa e por 1349, ela tinha realmente casado com o ​​comandante de Edward Walter Bently, e ela não tinha abandonado os seus interesses. O presente  de Casamento do Rei  foram as terras de Belleville ainda nas mãos dos Franceses. Ela e o seu marido regressaram rapidamente a França e por 1352, Bently tinha a responsabilidade por todos os interesses Ingleses na França.
 
A data e as circunstâncias da morte de Jeanne são incertos, mas em 1359,o filho Olivier fez homenagem a Edward pelas terras e  renda que tinha sido concedido a sua mãe - e recebeu-as.

O Final

O jovem Olivier de Clisson, recuperou o título e as terras de seu pai, mas só depois da maré da guerra ter findado. Ele alcançou sucesso na Corte Francesa, tornando-se Condestável da França sob Carlos VI. A jovem Jeanne caso-se com um dos homens de Edward e o seu filho foi reconhecido como o senhor de Belleville. 

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Julio César e os Piratas do Mar Egeu...


No Ano 78,antes da nossa Era,quando Julio César era apenas um jovem,viu-se frente a frente com um bando de Piratas da Asia Menor,em circunstancias dramáticas.A Galera em que viajava foi bruscamente atacada por uma Terrível horda de Bandidos que brandiam sabres.Os Passageiros,trémulos,agarravam-se ao parapeito da Ponte,mas o jovem,elegantemente vestido,impassível,olhou-os de relance e continuou a Leitura.O Chefe dos Piratas,vendo que se tratava de pessoa instruida e decerto rica,ofereceu-se,para o libertar,em troca de uma quantia,então considerável,de 20 Talentos.O jovem olhou-o com desprezo e exclamou,em tom arrogante;

“20 Talentos?!Na verdade,se você soubesse do seu oficio,compreenderia que eu valho,pelo menos,50!!!”

Espantado o Chefe não tardou a aceitar aquela quantia.
Assim César,passou algumas Semanas na Grecia,tratado mais como um hospede do que um prisineiro.Para se manter em forma,todos os Dias nadava,corria,praticava Luta com os seus Guardas,indo mesmo,ao ponto de lhes Recitar Poemas,o que os fazia rir.Mas os risos esmoreceram nos seus labios,quando César lhes declarou;

“Prometo-lhes que,se  alguma vez voltar a encontrá-los,fa-los-ei executar a todos”.

E assim foi,César cumpriu a sua palavra.Logo que foi posto em Liberdade,preparou uma Terrivel Vingança...á frente de 4 Galeras com 500 Homens atacou o Covil dos Piratas,encontrou-os ocupados a beber e a divertir-se,e fê-los chacinar sem mais delongas,não sem ter recuperado o montante do seu Resgate.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

A Estranha Vida de Violet Jessop,Que Sobreviveu a 3 Naufragios...


Ela estava a bordo todos os três navios irmãos da Linha "White Star" durante cada um dos seus desastres, e ela sobreviveu a todos eles...!!!

Em 1910, quando ela tinha 22 anos, Violet começou a trabalhar como hospedeira a bordo do Olympic RMS. Ela estava a bordo quando este,colidiu com o HMS Hawke em 1911. (O navio conseguiu ser reparado e continuar a navegar até que foi desmantelado em 1935.)
Em 1912, ela estava a bordo do Titanic, ainda trabalhando como hospedeira, quando o navio colidiu com o iceberg. Ela estava num barco salva-vidas16º que mais tarde foi resgatado pelo RMS Carpathia.
Violet afirmou que, pouco antes dela entrar no barco salva-vidas, um oficial entregou-lhe um bebê e disse-lhe para cuidar dele. Ela disse depois no dia que eles foram resgatados pelo Carpathia,que uma mulher levou o bebê dos seus braços e saiu correndo. O bebé nunca foi identificado...Mas segundo os registros mostram que apenas um bebê estava a bordo da embarcação de Violet, e que ele foi entregue a Edwinda Troutt, e depois devolvido à sua mãe. Porque esta história é tão semelhante ao que Violet disse, e porque ela nunca contou isto a ninguém até os anos 1970, algumas pessoas dizem que Violet inventou a história por completo.

O terceiro navio irmã, The Britannic, foi planejado para ser o maior dos três navios, mais luxuoso do que até mesmo o Titanic, mas por causa da Primeira Guerra Mundial, ele foi transformado num navio-hospital e nunca transportou passageiros.
Em 1916 Violet tinha-se tornado numa enfermeira e estava trabalhando a bordo do HMS Britannic quando ocorreu uma explosão a bordo e fez o navio afundar,no mar Egeu. Não se sabe o que causou a explosão, mas as duas teorias mais populares são de que o navio atingiu uma mina ou que ele foi atingido por um torpedo. Violet estava num bote salva-vidas, que foi sugado pelas hélices. Ela atirou-se para o oceano, mas bateu com a cabeça no fundo do barco. Felizmente, um outro barco salva-vidas,chegou  perto dela e puxou-a para fora da água.
Antes que ela entrasse no seu barco salva-vidas, ela fez questão de trazer a sua escova de dentes; ela disse que foi a primeira coisa que ela perdeu depois que o Titanic afundou.

Violet continuou a trabalhar para muitas linhas de transporte antes de se reformar em 1950.
Anos mais tarde, Violet recebeu um telefonema de uma mulher que dizia ser o bebê que ela tinha resgatado na noite do naufrágio do Titanic, mas a mulher desligou antes de dizer qualquer outra coisa.
Finalmente,Violet Constance Jessop morreu em 1971... de insuficiência cardíaca congestiva.